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Ação Climática

How to: Bombas de Calor EU – O Declínio e Soluções Sociais

Guia prático para entender o declínio das vendas de bombas de calor na UE em 2025 e como políticas sociais e hábitos culturais podem reverter a crise.

11 min de leitura
Bomba de calor moderna instalada num prédio português, com painel solar ao fundo
-23%
Queda de vendas 2025
Queda nas vendas de bombas de calor na UE em 2025 face a 2024 (EHPA, 2026).
700.000
Falta de instaladores
Número estimado de técnicos certificados em falta na UE (EHPA, 2025).
23%
IVA eletricidade PT
Taxa de IVA sobre a eletricidade em Portugal, vs. 5% no gás natural (Eurostat, 2025).

TL;DR: As vendas de bombas de calor na UE caíram 23% em 2025, devido à redução de subsídios, preços da eletricidade, desinformação e hábitos culturais. Para inverter a tendência, é necessário combinar políticas sociais (financiamento progressivo), tarifas de eletricidade justas e campanhas educativas. Este guia apresenta passos práticos para consumidores e ativistas, com foco na realidade portuguesa.

As bombas de calor (ou heat pumps) são um pilar central da descarbonização do aquecimento e arrefecimento de edifícios, responsáveis por cerca de 36% das emissões de CO2 na UE. Contudo, 2025 marcou um ponto de viragem negativo: segundo a European Heat Pump Association (EHPA), as vendas caíram 23% em relação a 2024, com quebras superiores a 50% na Bélgica e Finlândia. Este declínio não é apenas estatístico — representa um atraso nas metas climáticas e um problema social, pois afeta quem mais precisa de energia limpa e barata.

Detalhe de bomba de calor com hera e sombra de sol Detalhe de bomba de calor com hera e sombra de sol

Step 1: Conhecer os Números Reais do Declínio

Resposta direta: Antes de agir, é crucial entender os números. Em 2025, a UE vendeu cerca de 1,9 milhões de bombas de calor, menos 23% do que no ano anterior (EHPA, 2026). As principais causas são a redução de subsídios em países como Alemanha e Países Baixos, e o aumento dos preços da eletricidade, que tornaram as bombas de calor menos competitivas face ao gás.

Entre 2020 e 2023, as vendas cresceram exponencialmente, impulsionadas pela crise energética pós-Ucrânia. No entanto, em 2024-2025, muitos governos cortaram programas de incentivo sob pressão orçamental. Por exemplo, a Alemanha reduziu o subsídio máximo de 70% para 40% do custo total (Bundesministerium für Wirtschaft, 2025). Este corte abrupto, aliado a taxas de IVA sobre a eletricidade mais altas do que noutros países, criou um payback mais longo.

Key stat: Segundo a Fraunhofer Institute (2025), uma bomba de calor só ultrapassa uma caldeira a gás em custos totais se a eletricidade for menos de 2,5 vezes o preço do gás. Em muitos países da UE, essa relação é superior, tornando a tecnologia economicamente desvantajosa a curto prazo.

A tabela seguinte compara o custo de aquecimento anual de uma casa típica de 100 m² em três países, usando dados de 2025 (EHPA e Eurostat):

PaísCusto anual (gás)Custo anual (bomba de calor)Diferença (%)
Portugal1.200 €1.450 €+21%
França1.300 €1.200 €-8%
Alemanha1.400 €1.600 €+14%

Em Portugal, o preço da eletricidade é dos mais altos da UE (€0,31/kWh em 2025, Eurostat), o que anula a eficiência da bomba de calor. Esta é uma das razões culturais e económicas do declínio: a mentalidade do "gás é mais barato" persiste, mas está desatualizada quando se consideram os custos de manutenção e as futuras metas de carbono.

Step 2: Identificar as Barreiras Políticas e Económicas

Resposta direta: A política é a maior barreira. A falta de uma estratégia coordenada na UE permitiu que países como a Itália cortassem os incentivos fiscais em 2025, causando uma queda de 45% nas vendas (Assotermica, 2026). Além disso, a burocracia para obter licenças e os custos de instalação (entre 8.000 e 15.000 €) continuam proibitivos para muitas famílias.

Um dos problemas mais graves é a distorção fiscal: em Espanha e Itália, o gás natural é tributado a apenas 5% de IVA, enquanto a eletricidade tem 21-22%. Isto penaliza diretamente as tecnologias elétricas eficientes. A European Environmental Bureau (2025) estima que, se a eletricidade fosse tributada ao mesmo nível do gás, as vendas de bombas de calor aumentariam 30% sem qualquer subsídio adicional.

Fatores culturais: Em muitos países do sul da Europa, incluindo Portugal, existe uma desconfiança em relação a novas tecnologias. Um estudo da Universidade de Lisboa (2025) revelou que 58% dos inquiridos consideram as bombas de calor "muito caras para instalar" e 40% temem falhas técnicas em temperaturas negativas (o que é infundado para modelos modernos, que funcionam até -20°C).

  • 🌍 Fator 1: Cortes nos subsídios em vários estados-membros (ex.: Alemanha, Países Baixos).
  • ⚠️ Fator 2: Preço da eletricidade volátil e mais alto do que o gás.
  • Fator 3: Falta de mão de obra qualificada — na UE, faltam 700.000 instaladores certificados (EHPA, 2025).
  • 🏡 Fator 4: Habitação antiga com sistemas de aquecimento a gás ou diesel, sem renovações.

Bottom line: O declínio de 2025 é o resultado de uma combinação tóxica de políticas inconsistentes e desinformação, não de uma falha da tecnologia.


Step 3: Propostas de Medidas Sociais para Reverter a Queda

Resposta direta: Para reverter a queda, a UE deve implementar um "pacote social" que inclua subsídios progressivos, tarifas sociais de eletricidade e financiamento de renovação para agregados familiares vulneráveis. A Comissão Europeia propôs, em 2025, um novo plano de "Calor Limpo para Todos", mas até setembro de 2026 pouco foi aprovado formalmente.

Medidas concretas que os governos podem adotar:

  1. Redistribuir subsídios com base no rendimento: Em vez de cortar subsídios, focar em famílias com rendimentos abaixo da mediana. A França adotou o programa "MaPrimeRénov'" com este princípio, mas os limites de rendimento são pouco abrangentes. Em Portugal, o programa "Vale Eficiência" poderia ser alargado, mas o orçamento para 2026 é insuficiente.

  2. Reduzir o IVA da eletricidade para 6% durante 10 anos — uma medida simples, defendida pelo European Consumer Organisation (BEUC, 2025), que tornaria as bombas de calor competitivas a curto prazo.

  3. Tarifa social de eletricidade para aquecimento: um desconto de 20-30% nas horas de inverno para famílias com rendimento baixo, financiado por fundos do Social Climate Fund da UE (criado em 2025, mas ainda com escasso acesso).

  4. Programas de renovação integrada: combinar a instalação de bombas de calor com isolamento térmico e painéis solares, em projetos geridos por cooperativas locais. Em Guimarães, Portugal, o projeto "Sol do Ave" (2025) demonstrou que este modelo reduz os custos de aquecimento em 60% para habitações sociais.


Vendas de Bombas de Calor na UE (em milhares)(milhares de unidades)

Step 4: Adaptar Tecnologia e Instalação às Realidades Locais

Resposta direta: A tecnologia tem de ser adaptada ao clima e ao tipo de habitação. Em Portugal, os invernos são amenos, mas as casas têm muito má isolamento; as bombas de calor ar-água podem ser a solução, mas requerem radiadores de baixa temperatura. É crucial oferecer formação a instaladores locais e standardizar processos de licenciamento.

De acordo com a Agência Portuguesa do Ambiente (2026), menos de 15% do parque habitacional tem isolamento adequado. Assim, a instalação de uma bomba de calor sem reforço de isolamento resulta em contas elevadas. A comunidade técnica recomenda um pacote de renovações profundas, que pode ser financiado através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), com fundos europeus.

  • Dica: Escolha uma bomba de calor ar-água se tiver radiadores de alumínio;
  • Dica: Instale também um termoacumulador híbrido ou painéis solares para reduzir o consumo;
  • 🌱 Dica: Contrate instaladores certificados pelo ADENE (Agência para a Energia) — em 2025, apenas 1.200 técnicos eram certificados para bombas de calor em Portugal.

Além disso, a padronização da instalação reduz custos. Na Dinamarca, onde a instalação leva em média 1 dia, o preço é 50% mais baixo do que em Portugal. Aprender com estes exemplos é vital.

Step 5: Mitos e Desinformação — Como Combater

Resposta direta: A desinformação é um dos grandes obstáculos culturais. Mitos sobre ruído, baixo desempenho no frio extremo e custos exagerados circulam em grupos sociais e até por parte de alguns meios de comunicação. Para combater, é necessário um esforço educativo localizado e transparente.

Um relatório do EU Science Hub (2025) confirma que as bombas de calor modernas funcionam eficientemente até -15°C com desempenho (COP) superior a 2. Mesmo assim, em Portugal, apenas 20% das pessoas já viu uma bomba de calor ao vivo, segundo um inquérito do DECO (2025). O contacto direto através de feiras e demonstrações práticas pode aumentar a confiança.

Estratégias educativas:

  1. Campanhas locais com embaixadores do bairro — pessoas que instalaram bombas e partilham a fatura real.
  2. Simuladores online que estimam os custos do ciclo de vida para cada habitação, como o criado Agencia Andaluza de la Energía (2025).
  3. Incluir informação nas escolas sobre a relação entre aquecimento e alterações climáticas, como já faz o Clube Europeu em escolas portuguesas.
  4. Combater notícias falsas nas redes sociais com factos da ADENE e da EHPA.

Key stat: Uma boato popular afirma que as bombas de calor "aumentam a fatura em 30%", mas a UK Energy Saving Trust (2025) mostrou que, com tarifas corretas, o custo anual é, em média, 12% inferior ao gás para uma casa isolada.


Step 6: Lista de Verificação para Consumidores Portugueses

Resposta direta: Para qualquer leitor que esteja a considerar uma bomba de calor, aqui está uma checklist prática baseada nas recomendações da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN, 2026).

  • Verifique o isolamento da sua casa — faça uma auditoria energética gratuita com o programa "Eficiência Já".
  • Calcule o custo do ciclo de vida usando a ferramenta CTAC online (calculadora do custo total de aquecimento).
  • Consulte subsídios disponíveis: Fundo Ambiental, PRR, e programas municipais (alguns só abrem em março de 2027).
  • Obtenha pelo menos 3 orçamentos de empresas certificadas pela ADENE.
  • Considere uma bomba de calor com refrigerante R32 (menor impacto de GEE que as alternativas).
  • Registe-se para tarifas bi-horárias para usar a eletricidade durante a noite.
  • Informe-se sobre a proibição de novas caldeiras a gás em 2030 (proposta da CE, ainda em debate).

Rácio Preço Eletricidade/Gás na UE (%)(razão (gás=1))

Step 7: O Papel das Cidades e Comunidades Locais

Resposta direta: As cidades têm de agir à escala local. Lisboa, Porto, e Braga criaram, em 2026, consórcios para instalar bombas de calor em edifícios municipais e oferecer tarifas especiais. Para o cidadão comum, aderir a uma cooperativa de energia solar permite baixar a eletricidade e tornar as bombas mais atrativas.

Em agosto de 2026, a Câmara Municipal de Lisboa lançou o "Lisboa Sem Emissões", que financia 50% das bombas de calor para famílias com rendimento até €1.200/mês. No entanto, as candidaturas esgotaram em 48 horas, sinal da enorme procura reprimida.

Modelo de cooperativa: Em Guimarães, a cooperativa "Energia Comum" associou-se a uma fabricante portuguesa de bombas de calor (ex.: a Vulcano tem fábrica em Aveiro) e conseguiu preços de instalação 15% abaixo do mercado. Este modelo de compra agregada pode ser replicado.

Além disso, as cidades europeias podem adotar redes de aquecimento urbano alimentadas por bombas de calor de grande escala, reduzindo custos unitários. Copenhaga já faz isso, e a Comissão Europeia recomenda este sistema em climas frios, mas em regiões mediterrânicas o individual é mais comum.

Step 8: Perspetivas Futuras e Oportunidades de Ativismo

Resposta direta: Apesar do retrocesso de 2025, há sinais positivos para 2026-2027: o aumento dos preços do gás (previsto para o inverno de 2026) e a nova diretiva europeia sobre eficiência energética dos edifícios (EPBD), que impõe a renovação obrigatória de 15% dos edifícios até 2030. Esta diretiva cria um mercado enorme.

Oportunidades de ativismo:

  • Pressionar o governo português para reduzir o IVA da eletricidade de 23% para 6%, como já pede a DECO.
  • Apoiar a criação de mais cursos técnicos para instaladores — a falta de mão de obra é um dos maiores entraves.
  • Envolver-se em projetos de renovação comunitária com fundos do programa Horizonte Europa.

O caminho para reverter o declínio das bombas de calor na UE passa por um esforço conjunto: decisores políticos, consumidores e indústria. Não é uma questão tecnológica, mas de justiça social e visão a longo prazo.

Bottom line: A queda nas vendas de bombas de calor é reversível se a UE adotar medidas sociais progressivas. Em setembro de 2026, a proposta da Comissão para um "Ato Europeu do Calor" está em negociação, mas precisamos de pressão pública para que inclua tarifas sociais.


FAQ

Por que as vendas de bombas de calor caíram na UE em 2025?

As vendas caíram 23% (EHPA, 2026) devido ao corte de subsídios em países-chave, ao aumento dos preços da eletricidade em relação ao gás, e à desconfiança cultural. A burocracia e a falta de instaladores qualificados também contribuíram.

Quais países da UE tiveram maior declínio?

Bélgica (-55%), Finlândia (-52%) e Itália (-45%) tiveram as maiores quedas. Em Portugal, as vendas caíram 15%, menos acentuado mas ainda preocupante, segundo dados da ADENE.

Quais são as vantagens reais das bombas de calor em Portugal?

Se a eletricidade for mais barata ou com isolamento adequado, as bombas de calor podem reduzir custos em 20-40% face a sistemas a resistência elétrica e reduzir emissões em 70% (DECO, 2025). Também funcionam como ar condicionado no verão.

O que são medidas sociais para apoiar as bombas de calor?

São políticas que tornam a tecnologia acessível a famílias de baixa renda: subsídios progressivos, tarifas sociais de eletricidade, empréstimos a juro zero e programas de renovação focados em habitação social.

Qual é o custo médio de instalar uma bomba de calor em Portugal?

Entre 8.000 e 15.000 € para equipamento e instalação (APREN, 2026). Com subsídios do PRR, pode baixar para 5.000 € para habitações eficientes. A manutenção anual é de cerca de 150 €.

Como combater a desinformação sobre as bombas de calor?

Partilhe os estudos oficiais da EHPA e ADENE, participe em demonstrações práticas, e peça a instaladores que expliquem os números reais da fatura. A educação local é a melhor arma.

As bombas de calor funcionam em casas antigas?

Sim, desde que o isolamento seja melhorado. Em casas sem isolamento, o consumo aumenta, mas ainda é mais eficiente que sistemas a gás. A renovação progressiva é recomendada — não é preciso fazer tudo de uma vez.

Como posso saber se tenho direito a subsídios?

Consulte os programas operacionais do seu município e a página da ADENE (adene.pt/candidaturas). Use ferramentas digitais e contacte a DECO para apoio personalizado. Os subsídios variam por rendimento e região.

Fontes chave para aprofundar

Fontes utilizadas neste artigo:

  • Associação Europeia de Bombas de Calor (EHPA) – dados de vendas 2025 e projeções 2026. Link
  • Fraunhofer Institute – análise comparativa de custos de aquecimento. Link
  • Comissão Europeia – proposta para o Ato Europeu do Calor e Social Climate Fund. Link
  • Agência Portuguesa do Ambiente (APA) – relatório sobre emissões de edifícios 2025. Link
  • DECO (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor) – inquérito sobre percepções das bombas de calor. Link
  • Eurostat – preços de energia e poder de compra na UE. Link

Nota editorial: Este artigo foi atualizado em setembro de 2026 com os dados mais recentes da EHPA. As projeções para 2027 são positivas se as políticas sociais forem aprovadas.

Leia a seguir

As bombas de calor não falharam; foram sabotadas por políticas fiscais e desinformação.

Perguntas frequentes

Por que as vendas de bombas de calor caíram na UE em 2025?
As vendas caíram 23% de acordo com a EHPA, principalmente devido a cortes nos subsídios em países como Alemanha e Países Baixos, ao aumento dos preços da eletricidade em relação ao gás, e a uma desconfiança cultural. A falta de instaladores qualificados e a burocracia também contribuíram.
Quais países da UE tiveram maior declínio?
Bélgica e Finlândia registaram quedas acima de 50%, e Itália caiu 45%, segundo a EHPA. Em Portugal, a ADENE reportou uma queda de 15%, menos severa, mas ainda assim um retrocesso face às metas climáticas.
Vantagens reais das bombas de calor em Portugal?
Se o isolamento for bom e a eletricidade tiver tarifas mais justas, as bombas de calor podem reduzir custos em 20-40% face a sistemas a resistência elétrica e cortar emissões em até 70%. Também funcionam como ar condicionado, aumentando o conforto.
O que são medidas sociais para bombas de calor?
São políticas públicas que promovem a acessibilidade, como subsídios indexados ao rendimento, tarifas sociais de eletricidade para aquecimento, empréstimos sem juros e programas de renovação de habitações sociais. Estas medidas visam evitar que a transição energética deixe para trás as famílias vulneráveis.
Qual é o custo médio de instalação em Portugal?
Entre 8.000 e 15.000 euros, de acordo com a APREN, embora com subsídios do PRR e programas locais possa baixar para 5.000 euros para habitações eficientes. A manutenção anual ronda os 150 euros.
Como combater a desinformação sobre bombas de calor?
Divulgando estudos oficiais da EHPA e da ADENE, promovendo demonstrações práticas em bairros, e escolhendo instaladores que apresentem facturas reais. A educação local é essencial para desfazer mitos sobre ruído, desempenho no frio e custos.
As bombas de calor funcionam em casas antigas?
Sim, desde que se melhore o isolamento. Em casas antigas sem isolamento, o consumo é maior, mas ainda assim mais eficiente do que sistemas a gás. A renovação progressiva é recomendável, faseando as intervenções.
Como saber se tenho direito a subsídios?
Consulte os programas municipais e a página da ADENE (adene.pt), contacte a DECO para aconselhamento personalizado. Os subsídios variam consoante o rendimento bruto e a zona. Em 2026, Lisboa ofereceu 50% de financiamento para famílias com rendimento até €1.200 mensais.

Fontes

  1. EHPA – European Heat Pump Association: Sales Data 2025
  2. Fraunhofer Institute – Heat Pump Cost Analysis
  3. CE – European Climate Foundation: Social Climate Fund
  4. ADENE – Agência para a Energia: Eficiência e Bombas de Calor
  5. DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor: Estudo Bombas de Calor 2025
  6. Eurostat – Electricity prices and energy costs in the EU

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